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1º ao 5º Ano

Ensino Fundamental I perto de Sumaré

Brincar e investigar caminham juntos na Casa 1, a poucos minutos do seu bairro.

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Sumaré é um bairro que já ensina, só de existir, uma das primeiras lições do Ensino Fundamental: a cidade é um território de investigação. A Estação Sumaré, do metrô Linha 2-Verde — oficialmente Santuário N. Sra. de Fátima-Sumaré —, fica a uma curta caminhada da Casa 1, unidade de Educação Infantil e Ensino Fundamental I da Casa de Aprendizagens, na Rua Dona Germaine Burchard, 197, em Perdizes.

Para famílias que já vivem perto da Av. Sumaré, essa proximidade real com uma estação de metrô movimentada costuma significar uma logística de rotina facilitada — seja para quem já usa o transporte público diariamente, seja para quem só precisa buscar o filho vindo de outra região da cidade. No Ensino Fundamental I, a criança começa a assumir mais responsabilidade sobre o próprio trajeto, reconhecendo pontos de referência e participando das decisões sobre como chegar à escola.

Na Casa 1, entendemos que essa fase pede autonomia crescente aliada à investigação do mundo — e ter uma escola a poucos minutos a pé de uma das estações mais movimentadas da cidade oferece, literalmente, material de estudo à porta de casa.

A rotina de quem vem de Sumaré

O trajeto entre Sumaré e a Casa 1 costuma ser resolvido em poucos minutos: a Estação Sumaré, na Linha 2-Verde do metrô, fica a cerca de 10 a 15 minutos a pé da Rua Dona Germaine Burchard — uma distância que muitas famílias já percorrem caminhando, e que outras resolvem de carro ou aplicativo pela Av. Sumaré.

Diferente da Educação Infantil, no Ensino Fundamental I os estudantes já participam de forma mais ativa da própria rotina de deslocamento: reconhecem o caminho, ajudam a decidir o meio de transporte do dia, e começam a construir um senso de orientação espacial mais maduro. Caminhar da Estação Sumaré até a Casa 1, por exemplo, significa observar o movimento da rua, perceber os horários de maior fluxo, notar como o comércio do entorno muda ao longo do dia — tudo isso, sem perceber, já é investigação.

Essa relação entre deslocamento e observação tem tudo a ver com um dos princípios centrais do Ensino Fundamental I na Casa de Aprendizagens: entender o estudante como sujeito do saber, capaz de levantar hipóteses sobre o mundo a partir da própria experiência cotidiana. Um estudante que percorre o mesmo trajeto todos os dias tem material de sobra para formular perguntas reais — por que há mais gente na estação em determinado horário? Por que certas ruas têm mais comércio que outras? Essas perguntas, aparentemente simples, são exatamente o tipo de matéria-prima que valorizamos dentro da proposta pedagógica da escola.

Entenda a pedagogia Reggio Emilia que também orienta a escola desde a Primeiríssima Infância.

Nossa proposta para o Ensino Fundamental I

O Ensino Fundamental I da Casa de Aprendizagens nasce da recusa a uma ideia comum: a de que, ao sair da Educação Infantil, o lúdico precisa dar lugar a um ensino mais burocrático e distante do corpo. Aqui, transgredimos essa lógica. Unimos o brincar com o investigar na construção do conhecimento, entendendo o estudante como sujeito do saber — e não como receptáculo de conteúdos prontos.

Essa proposta se organiza em quatro momentos que se completam. O primeiro é o Lúdico: o estudante aprende com o corpo inteiro, levanta hipóteses e fala o que pensa, seja no estudo do meio, seja andando pela escola ou lendo uma notícia — inclusive as que envolvem o próprio bairro onde mora. O segundo é o Conhecimento Científico: sob responsabilidade do educador, é o momento de apresentar o conhecimento formal, para comprovar ou refutar o que foi levantado anteriormente pelos próprios estudantes.

O terceiro momento é a Síntese, quando o estudante compara suas hipóteses iniciais com o conhecimento científico apresentado, verificando o que se confirma e o que se descarta — um exercício real de pensamento crítico. E o quarto é o Registro e Avaliação: mais do que uma prova, é a oportunidade de entender a própria experiência, com avaliação em todas as direções — do aluno para o professor, do professor para o aluno, e a autoavaliação, procedimento central nesta etapa, que desenvolve autoconhecimento e autorregulação, dispensando a necessidade de notas meritocráticas.

Tudo isso caminha ao lado da Pedagogia de Projetos, que estrutura o trabalho pedagógico da Casa em torno de Temas Provocadores de Experiências Investigativas. Para estudantes de Sumaré, que já convivem diariamente com a complexidade de uma das estações de metrô mais movimentadas da cidade, essa proposta encontra terreno fértil: o próprio trajeto cotidiano já oferece hipóteses reais para investigar, comparar e sintetizar dentro da sala de aula.

Quatro estudantes do Fundamental I sentados juntos observando um gibi, um deles lanchando

Investigar também é conversar entre pares

Assim como o trajeto até a escola é feito em grupo, boa parte da investigação dentro da Casa 1 também acontece em roda — estudantes comparando hipóteses, trocando descobertas, aprendendo uns com os outros.

O que uma estação de metrô ensina

A Estação Sumaré não é apenas um ponto de passagem: é parte de um dos eixos de transporte mais movimentados de São Paulo, a Linha 2-Verde do metrô, que conecta diariamente milhares de pessoas de diferentes regiões da cidade. Para um estudante do Ensino Fundamental I, esse tipo de estrutura urbana pode se tornar um verdadeiro laboratório de investigação: quantas pessoas passam por ali em um dia? Como o fluxo muda entre a manhã e a noite? Que tipos de comércio e serviços se instalam perto de uma estação tão movimentada?

Essas perguntas, levantadas a partir da própria vivência do bairro, são exatamente o tipo de hipótese que pode alimentar um Tema Provocador de Experiências Investigativas, seguindo os quatro momentos da nossa proposta pedagógica: o estudante observa (Lúdico), pesquisa dados reais sobre transporte público e urbanismo (Conhecimento Científico), compara suas hipóteses iniciais com o que descobriu (Síntese), e registra o que aprendeu sobre a própria cidade (Registro e Avaliação).

Para as famílias de Sumaré, essa proximidade com uma estrutura urbana tão rica em possibilidades de investigação costuma se traduzir em um repertório real de conversas entre escola e casa — sobre mobilidade, sobre cidade, sobre como as pessoas se organizam no espaço urbano.

Turma do Ensino Fundamental I posando em grupo, vestidos com roupas temáticas em tons amarelos e laranjas

Uma turma, muitos trajetos diferentes

Cada estudante da Casa 1 vem de um bairro diferente — Sumaré, Pacaembu, Vila Romana, Água Branca — e essa diversidade de trajetos vira, na prática, conversa e aprendizado coletivo.

Perguntas de famílias de Sumaré

A Casa 1 fica longe da Estação Sumaré?

Não. A unidade fica na Rua Dona Germaine Burchard, 197, em Perdizes, a cerca de 10 a 15 minutos a pé da Estação Sumaré (Linha 2-Verde do metrô).

Como chegar à escola de metrô saindo de Sumaré?

Basta desembarcar na Estação Sumaré e seguir a pé, pela Av. Sumaré, em direção a Perdizes — o trecho costuma levar poucos minutos, ou pode ser feito de carro ou aplicativo.

Qual a idade dos estudantes do Ensino Fundamental I da Casa de Aprendizagens?

Atendemos estudantes do 1º ao 5º ano, com foco em protagonismo, investigação científica e autoavaliação.

Como funciona a avaliação dos estudantes?

Não trabalhamos com notas meritocráticas tradicionais. A avaliação acontece em várias direções — aluno-professor, professor-aluno e autoavaliação — e é parte central do processo de aprendizagem.

Se você mora em Sumaré e busca um Ensino Fundamental I que trate seu filho como protagonista da própria investigação, venha conhecer a Casa 1 de perto. Agende uma visita, converse com a equipe pedagógica e veja como unimos brincar e investigar em uma proposta que já começa no próprio trajeto até a escola — a poucos minutos a pé da Estação Sumaré.

Conheça a proposta completa do Ensino Fundamental I ou veja como chegar até a escola.

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